É no mínimo intrigante a forma como costumamos gastar nossa energia vital com pensamentos vãos. Muitas vezes passamos horas arquitetando planos mirabolantes ou criando estratégias para resolver questões cuja solução não depende unicamente de nós (ou às vezes nem dependem de nós). Como resultado, vem uma grande frustração, que pode evoluir para o mau humor, a ansiedade ou a depressão.
Observe as borboletas. Elas voam livres e embelezam os jardins, e talvez nem tenham noção da brevidade do seu tempo: uma borboleta comum vive em média de uma semana a um mês. Com um tempo de vida curto desses, imagina se, em vez de aproveitar a vida, as borboletas passassem o tempo preocupadas com o dia de ontem ou com o amanhã?
Deveríamos aprender com elas a viver um dia de cada vez, a embelezar a vida com ternura.
Plantemos mais sementes e deixemos que elas brotem com tranquilidade, sem pressa, no tempo certo.
As borboletas têm muito a nos ensinar sobre os segredos da vida; viver cada dia como se fosse o último é um deles.
Por Sol Antônia

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